Brincadeira é coisa séria! – parte 1

A Escola Projeto Vida acompanha há anos as pesquisas sobre a infância e compreende a importância da brincadeira enquanto modo de convívio, descoberta, prazer e, acima de tudo, como uma ferramenta importante para aprender!

Mas você sabe por que a criança brinca? E por que a escola acredita nas brincadeiras como ferramenta para crescer? Nos posts de hoje e de amanhã, compartilhamos algumas ideias e materiais inspiradores sobre crianças que brincam e aprendem. Muitas dessas brincadeiras e investigações acontecem aqui na Projeto Vida e outras são nossas fontes inspiradoras.

Por que a criança brinca?

A criança, dotada de desejos e sentimentos, inserida e produtora de cultura, utiliza a brincadeira para explorar e compreender o mundo que a cerca. É brincando que ela revela como lida com o mundo ao seu redor, incluindo as relações com os adultos e outras crianças.

Enquanto brinca, a criança imprime sua marca e aprende muito:

Conhece regras e a expectativa do outro em relação ao seu cumprimento;
Amplia suas possibilidades de ação;
Experimenta decidir, escolher e comandar;
Relaciona-se com outras pessoas;
Desenvolve capacidade de imitação, atenção, memória, imaginação, socialização e integração.

Ou seja, cresce emocional e socialmente!
Veja aqui algumas dicas interessantes de brincadeiras ao ar livre.

Todo mundo nasce sabendo brincar?

Os seres humanos não nascem sabendo brincar! Como toda habilidade, é aprendida a partir da relação afetuosa com as pessoas mais experientes ao seu redor. Habilidade valiosa, fundamental para o desenvolvimento saudável de muitos outros aspectos da vida.

A criança precisa brincar! Por meio da brincadeira, ela percebe, exercita e reconhece seu jeito de ser, agir, sentir e pensar. Estimula os sentidos, adquire domínio sobre o corpo, desenvolve oralidade, coordena pensamento e ações, reelabora hipóteses e informações.

Aliás. Adulto também pode brincar! Convidamos a brincar de Yapo, com o coletivo Palavra Cantada! Vamos lá? Pais e filhos juntos! Inspire-se com esse vídeo.

PF procura presidente do PROS

Eurípedes Júnior. Foto: PROS

A Polícia Federal procura o presidente nacional do PROS, Eurípedes Júnior, alvo da Operação Partialis, deflagrada nesta quinta, 18. A investigação mira suposto esquema de desvios de mais de R$ 2 milhões em contratos da prefeitura de Marabá para compra de gases medicinais no interior do Pará. A Partialis é desdobramento da Operação Asfixia.

A prisão temporária de Eurípedes, por cinco dias, foi decretada pela Justiça Federal. A PF cumpre 17 mandados judiciais, dos quais 4 de prisão preventiva e 4 de temporária. Os agentes federais fizeram buscas na sede do PROS.

A PF não divulgou detalhes dos motivos que a levaram a pedir a prisão do presidente do PROS.

COM A PALAVRA, O PROS

Sobre as notícias de hoje (18/10) acerca de uma operação da Polícia Federal e Receita Federal em endereços relacionados ao PROS, o partido esclarece que:

– O PROS preza pela lisura e transparência de sua gestão e estará à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários;

– Os advogados do partido e do presidente do partido estão tomando ciência do processo para maior esclarecimento dos fatos. De toda forma, não há qualquer relação com as informações inicialmente apontadas e nem com a prefeitura de Marabá;

– O ex-prefeito de Marabá, João Salame, não é filiado ao PROS conforme certidão do TSE;

– O MP se pronunciou contrário à prisão temporária presente na decisão judicial que gerou a operação. Trata-se de uma acusação absurda sem fundamento jurídico algum;

– A menção ao PROS na operação dá-se ao fato de o partido ter adquirido, dentro da legalidade, seguindo todos os tramites legais, uma aeronave no estado do Pará. Tanto é que a aeronave citada foi comprada, paga e já até vendida pelo partido, e informado à justiça eleitoral;

– Não há qualquer envolvimento do partido ou do presidente do partido em atos ilícitos;

– Todas as movimentações partidárias são devidamente informadas aos órgãos competentes conforme legislação.

Ana Maria Braga se desculpa após informação errada no ‘Mais Você’ – Emais

A apresentadora Ana Maria Braga.

A apresentadora Ana Maria Braga. Foto: Reprodução de ‘Mais Você’ (2018) / TV Globo

A apresentadora Ana Maria Braga pediu desculpas e corrigiu uma informação errada a respeito da venda de pães franceses no Brasil no Mais Você desta quinta-feira, 18.

Segundo a apresentadora, na terça-feira, 16, Dia Mundial do Pão, foi exibida uma reportagem que “disse que o pãozinho francês tinha que, obrigatoriamente, pesar 50 gramas, e que o estabelecimento deveria arcar com a diferença caso o pão pesasse mais do que isso.”

“Alguns representantes de panificadoras de vários estados entraram em contato com a gente pra reclamar que não existe essa obrigatoriedade e que, portanto, eles não arcariam com a diferença quando o pão tivesse mais de 50 gramas”, esclareceu a apresentadora.

Em seguida, Ana afirmou que houve uma confusão por conta de uma atualização feita na lei, há mais de uma década: “Entramos em contato novamente com o Procon-RJ [Programa de Proteção e Defesa ao Consumidor], e eles reconheceram que erraram ao dar essa informação. Isso era antes da lei de venda por quilo, que tem 12 anos. Hoje não existe mais a obrigatoriedade.”

“O Procon do Rio nos pediu desculpas pela informação errada e, claro, eu quero pedir desculpas a todos que me assistiram naquele dia, em nome do programa”, complementou.

“Deve ter tido alguns entreveros em padarias. Eu tinha dado o exemplo de que, se tem seis unidades de pão francês, se tivesse mais que 300 gramas, você só teria que pagar 300 gramas. […] Não briguem na padaria!”, finalizou.

Confira a íntegra do esclarecimento clicando aqui.

VEJA TAMBÉM: Relembre gafes de Ana Maria Braga no Mais Você

 

“Vamos até às últimas consequências”, diz Haddad sobre denúncia contra Bolsonaro

O candidato à Presidência pelo PT Fernando Haddad se reuniu com juristas em São Paulo, na manhã desta quinta-feira, 18.

Durante coletiva, o candidato comentou sobre a denúncia de disseminação de fake news com contratação de empresas que pesa sobre Jair Bolsonaro, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo.

Ao longo do evento, juristas discursaram o favor de Haddad e da Constituição. Veja o vídeo:

 

Renata Capucci relembra gestações interrompidas: ‘Mundo desaba’ – Emais

Renata Capucci

Renata Capucci Foto: Instagram / @renatacapucciofficial

A jornalista e participante do Popstar, Renata Capucci, conversou com Ana Maria Braga durante o Mais Você desta quinta-feira, 18, e falou sobre os três abortos que sofreu ao longo da vida.

“Eu nunca tive problema pra engravidar. Meu problema acontecia durante a gestação. Logo que a gente casou, a gente engravidou do Bernardo. Eu perdi ele com 33 semanas. Você pode imaginar um negócio desses?”

Renata conta que um dia sentiu que o bebê havia parado de se mexer, e foi ao médico. Lá, não foi possível auscultá-lo. Em seguida, fez uma ultrassonografia: “Quando ele botou a imagem eu vi o coração parado, e falei: ‘Meu filho tá morto’.”

“Nesse momento seu mundo desaba. Desaba. Meu primeiro filho, esperado, programado, uma gravidez perfeita, pré-natal, tudo certo, e você se vê diante desse momento devastador de ter que enterrar o bebê que já [estava] com o quarto pronto, roupinhas. Você vive um luto. Mas você levanta, porque o sonho é mais forte do que a tristeza”.

Na sequência, nasceu sua primeira filha, que hoje tem 13 anos: “Depois da Lily eu perdi outros dois. Não descobri o que tinha acontecido com o Bernardo, fizemos autopsia, todos os exames que você possa imaginar. E a gente controla o que nessa vida? Era pra ser – ou não era pra ser. Era pra eu ser mãe da Lily e da Diana [sua outra filha, nascida em 2013].”

“Se eu soubesse lá atrás que eu ia passar por tudo isso pra ser mãe da Lilly e da Diana, eu passaria”, ressalta.

 

Haddad promete ir à Justiça por suposta disseminação paga de mensagens contra o PT – Política

Após vir à tona a informação de que empresas estariam bancando a disseminação de mensagens contra o PT nas redes sociais, o candidato à Presidência do partido nas eleições 2018Fernando Haddad, afirmou, em coletiva de imprensa, que vai acionar todos os mecanismos judiciais para que a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) e os empresários supostamente envolvidos sejam punidos.

Sem citar nomes, o petista disse que “em qualquer lugar do mundo, isso seria um escândalo de proporções avassaladoras, poderia encerrar até com a impugnação da candidatura com o chamada do terceiro colocada para disputar o segundo turno”. O terceiro lugar no primeiro turno da eleição presidencial foi Ciro Gomes (PDT).

Reportagem da Folha de S.Paulo publicada nesta quinta-feira, 18, informa que empresas teriam bancado, com contratos de R$ 12 milhões, serviços de disparos de mensagens no WhatsApp contra o partido de Haddad e favorecendo Bolsonaro. Haddad disse que há indícios de outros “milhões de reais” em contratos ainda não identificados.

O petista apontou que o próprio adversário, falando por viva-voz no celular, teria pedido a empresários que financiassem a disseminação de mensagens aos eleitores. Para Haddad, houve crimes de organização criminosa, caixa dois, calúnia, difamação e lavagem de dinheiro.

Independentemente do resultado eleitoral, Haddad afirmou que sua campanha irá rastrear os responsáveis pela suposta disseminação do conteúdo e pedirá prisão em flagrante ou prisão preventiva dos responsáveis. O petista também afirmou que irá cobrar de Bolsonaro uma reparação por eventuais informações mentirosas feitas contra ele durante o processo eleitoral. “Isso não tem prazo para acabar, vamos até às últimas consequências.”

Juiz da Lava Jato diz que ‘agentes’ do PT ofendem, mentem e querem controle social da Administração da Justiça

Sérgio Moro. FOTO: WERTHER SANTANA/ESTADÃO

O juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, afirmou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que ‘agentes’ do PT têm um ‘desejado controle social da Administração da Justiça’. Ele se refere a parlamentares da legenda que o tem fustigado por meio de sucessivas representações ao Conselho Nacional de Justiça e através de ‘notas ofensivas’ publicadas no site do partido.

“Antecipando-se a um desejado ‘controle social da Administração da Justiça’, o que quer que isso signifique, buscam, estes mesmos agentes políticos, através de provocação ao Conselho Nacional de Justiça (cuja composição desejam, aliás, alterar), cercear decisões da Justiça que contrariam os seus interesses partidários, mesmo às custas da aplicação da lei a crimes de corrupção”, assinalou o juiz, em resposta ao CNJ, nos autos de representação do PT e de três parlamentares da agremiação contra ele pela divulgação de um trecho da delação do ex-ministro Antônio Palocci.

“Confia-se, respeitosamente, que o Conselho Nacional de Justiça rejeitará essas tentativas reprováveis de intimidação da Justiça e que preservará a independência da magistratura”, ponderou Moro.

O Anexo 1 da colaboração premiada de Palocci foi tornado público por Moro dias antes do primeiro turno das eleições. Inconformados, o PT e deputados representaram contra Moro ao CNJ.

Na resposta ao Conselho, o juiz da Lava Jato argumenta que ‘o conteúdo do depoimento (Anexo 1) sequer se revestiu de grande novidade’.

“O próprio Antônio Palocci Filho já havia, ainda em 2017, divulgado carta pessoal na qual teria afirmado seu desejo de colaboração e admitido a prática de crimes pelo ex-presidente da República”, segue Moro.

Ele destaca que em depoimento no dia 6 de julho de 2017, Palocci ‘já havia adiantado várias das revelações contidas no depoimento divulgado’.

“Diga-se, ao final, que as duas representações inserem-se na linha adotada por alguns agentes do Partido dos Trabalhadores de buscarem criminalizar a atividade jurisdicional, já tendo este julgador sido demandado em queixa-crime (rejeitada por unanimidade e com trânsito em julgado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Supremo Tribunal Federal, queixa-crime 0001022-85.2016.404.000), ou de buscarem cercear a atuação independente da Justiça através de ofensas, mentiras e representações disciplinares junto ao Conselho Nacional de Justiça, como as veiculadas nos anteriores procedimentos 0001292-88.2016.2.0000 e 0001386-36.2016.2.0000, já indeferidos pela anterior Corregedora Nacional de Justiça, Ministra Nancy Andrighi.”

Observo que não satisfeitos com as representações, esses mesmos agentes emitiram notas ofensivas contra o ora julgador, buscando intimidá-lo ( http://www.pt.org.br/nota-do-pt-moro-vaza-mentiras-de-palocci-para-interferir-nas-eleicoes/; http://www.pt.org.br/cnj-determina-que-moro-explique-vazamento-da-delacao-de-palocci/, http://www.pt.org.br/pt-entra-com-reclamacao-contra-moro-no-conselho-nacional-de-justica/).

O juiz assinala que Palocci, no depoimento divulgado, ‘reporta-se principalmente a supostos crimes praticados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que, condenado e preso por corrupção e lavagem de dinheiro, não é sequer candidato nas eleições de 2018’.

“Não há no depoimento qualquer referência ao atual candidato à Presidência pelo Partido dos Trabalhadores”, observou. “Por outro lado, caso fosse intenção deste Juízo influenciar nas eleições teria divulgado a gravação em vídeo do depoimento, muito mais contundente do que as declarações escritas e que seria muito mais amplamente aproveitada para divulgação na imprensa televisiva ou na rede mundial de computadores. O fato é que o Juízo não pode interromper os seus trabalhos apenas porque há uma eleição em curso.”

‘Não nasci pra ser juiz, não dessa forma’, diz magistrada do Pará

TJPA. Foto: Ricardo Lima/CNJ

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, determinou a abertura de investigação – formalmente denominado Pedido de Providências – para que os fatos denunciados pela juíza Ana Carolina Barbosa Pereira, da comarca de Xinguara, no Pará, e que levaram ao seu pedido de exoneração do cargo, sejam esclarecidos. A magistrada chegou a formalizar a solicitação para abandonar a toga, mas depois desistiu.

No requerimento, Ana Carolina fez críticas ao Tribunal de Justiça do Pará, à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e ao Ministério Público do Estado. O pedido de exoneração, datado de 3 de outubro, sob o título ‘Não nasci pra ser juiz. Não no Pará. Não dessa forma’ preenche 3 páginas.

“Não nasci pra ver advogado ameaçar juiz e este receber como conselho da Corregedoria de seu Tribunal a declaração de suspeição”, escreveu. “Não nasci pra ver Promotor faltar a mais de 30 audiências no mês e absolutamente nada lhe acontecer. Mas se um magistrado falta um único dia para ’emendar’ um feriado, é representado e punido por sua Corregedoria.”

A juíza relatou estar ‘verdadeiramente enlouquecendo no Pará, notadamente em Xinguara’. Ela afirmou atuar ‘há dois anos sem sequer ter recebido uma única ligação da Corregedoria ou da Presidência para fins de apoio a todas as demandas que já foram solicitadas’.

Xinguara, com 44 mil habitantes, fica a 900 quilômetros da capital Belém.

“Certamente encontrarei dificuldades em outros Tribunais, em outras profissões. Porém, o déficit civilizatório desse Estado e a corrupção sistêmica aceita por todos são insustentáveis para quem sempre desejou contribuir com uma sociedade melhor a partir do exercício da jurisdição”, registrou Ana Carolina Barbosa Pereira.

Dias depois, ao desistir do pedido de exoneração, a magistrada escreveu a seus pares. “Embora estivesse convicta da minha escolha e também das consequências (especialmente das verdades que escrevi), solicitei o cancelamento da exoneração e fiz um pedido de auxílio da junta médica do Tribunal.”

A decisão do corregedor Humberto Martins determinou a intimação dos desembargadores Ricardo Nunes e José Maria Teixeira do Rosário, presidente e corregedor-geral de Justiça do estado do Pará, respectivamente, para que, no prazo de 15 dias, apresentem informações a respeito dos fatos narrados na notícia.

“Chegou ao conhecimento desta Corregedoria Nacional de Justiça pedido de exoneração da magistrada Ana Carolina Barbosa Pereira, publicado em diversos meios de comunicação e mídias sociais, em que, ao justificar seu pedido, narra a ocorrência de omissões praticadas pelo TJPA e Corregedoria que, em tese, demonstram desídia institucional que prejudicam o exercício da judicatura e, principalmente, a prestação jurisdicional do estado do Pará. Vamos esclarecer os fatos”, afirmou o corregedor nacional.

Brasileiro é o 2º no mundo com mais medo de andar sozinho na rua à noite, diz estudo da FGV – Brasil

O medo de andar sozinho à noite perto de casa é rotina à quase sete em cada 10 brasileiros. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que o medo da violência atingiu em 2017 o ponto mais alto da série: 68% disseram se sentir inseguros em andar à noite na sua vizinhança. 

A pesquisa Percepções da Crise, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), publicada ontem, compara a evolução da percepção dos brasileiros em relação a outros 124 países. O dado coloca o Brasil como o segundo com maior medo de violência em 2017. O primeiro é o Afeganistão, com 79%.

Em relação à percepção da insegurança, o brasileiro vive um medo duas vezes superior ao restante do mundo. A taxa mundial é de 30%. O resultado coloca ainda o Brasil com uma percepção sobre a violência igual à do sul-africano. 

“Embora o dado indicasse alta insegurança de 59% no início da série em 2010, houve um salto de insegurança entre 2012 (53%) e 2013 (65%)”, conclui o estudo coordenado por Marcelo Neri, diretor do FGV Social. 

Em relação a gênero, mundialmente, mulheres (35%) sentem mais medo de andar sozinhas à noite na rua do que os homens (24%). No Brasil, esse índice dobra: 76% delas têm receio de caminhar à noite, ante 60% dos cidadãos do sexo masculino.

O estudo revela que o fenômeno é típico das grandes cidades. “Mundialmente, as pessoas são mais medrosas em que mora em áreas urbanas. No Brasil, também”, analisa Neri. Nos municípios maiores, 75% dos moradores sentem temor de andar sozinhos na rua escura. Já nas cidades menores, incluindo o campo, 61% têm essa percepção. 

“Os extremos assumidos pelas percepções dos brasileiros captadas numa extensa lista de países, incluindo os mais violentos, os mais pobres e etc., sugere situação psicossocial crítica”, explica o levantamento. 

A pesquisa também perguntou ao brasileiro se nos últimos 12 meses ele teve dinheiro ou propriedade roubada (sua ou de algum familiar). No mundo, 13% responderam que sim. No Brasil, 15%. Quando comparadas as áreas urbanas e ruais, novamente as cidades maiores (18%) se sobressaem em relação às menores (11%). 

“Há um aspecto subjetivo. O Brasil está ruim, piorou, mas não é tão extremo. O problema do Brasil não é so a violência. Além da violência, as pessoas estão com muito medo. O medo exacerba mais os dados. Há um lado psicológico nisso também”, explica o diretor do FGV Social.

Bolsonaro realiza exames no Rio, mas alta ainda não foi confirmada

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, foi submetido a exames médicos em sua casa no Rio de Janeiro. Após os procedimentos, a equipe médica que o atende foi embora sem dar entrevista, mas mandou uma nota para a imprensa.

Acompanhe no vídeo: